segunda-feira, 31 de março de 2008
sábado, 29 de março de 2008
Criciúma vence mais uma no Catarinão
Com gol marcado por Beto na etapa inicial, o tricolor mais querido de Santa Catarina derrotou o Brusque por 1x0, em partida realizada no Estádio Heriberto Hülse na noite deste sábado, 29 de março. Com mais esta vitória - a terceira seguida -, o Tigre sobe para 20 pontos ganhos, mantendo a ponta na classificação do returno do Campeonato Catarinense.
O primeiro bom lance do jogo aconteceu aos oito minutos, quando Beto recebeu no interior da área, girou e bateu, mas nas mãos do goleiro Alessandro. O Brusque assustou aos 21, quando Evandro cobrou falta com violência, obrigado o goleiro Zé Carlos a fazer bela defesa.
Aos 28, Beto avançu com velocidade pelo meio e chutou rasteiro, para boa defesa do goleiro brusquense. Cinco minutos depois, Valdeir cobrou falta com categoria e a bola foi na rede, mas pelo lado de fora.
No finalzinho da primeira etapa, Jael efetuou lançamento para Beto, que avançou com velocidade pelo meio, livrou-se de um macador e chutou colocado no canto esquerdo de Alessandro, sem chance para o goleiro do Brusque, marcando Criciúma 1x0.
Na etapa complementar, logo aos dois minutos, o Criciúma quase ampliou, quando Valdeir cruzou da esquerda para Wecsley, que chutou por cima do gol. Quatro minutos depois, Adriano recebeu pelo meio e chutou colocado, mas pela linha de fundo.
Aos 14, Valdeir foi à linha de fundo, pela direita e cruzou para Adriano, mas o meia tricolor não aproveitou, cabeceando para fora. Três minutos depois, Valdeir cobrou escanteio da esquerda e o zagueiro Claudio Luiz cabeceu na trave.
No restante do jogo, o Brusque tentou empatar, e teve sua melhor chance aos 34, quando Mini cruzou rasteiro da esquerda e, para sorte do Criciúma, Paulinho errou em bola no interior da pequena área. Já o Criciúma teve sua última chance de ampliar nos minutos finais: Carlos recebeu cruzamento no interior da área e chutou cruzado, à direita do gol dos visitantes.
O próximo jogo do Criciúma no Campeonato Catarinense será somente no outro sábado, 5 de abril, quando o Tigre enfrentará o Cidade Azul, em Tubarão. Antes disso, o tricolor enfrentará o Icasa, em Juazeiro do Norte (CE), pela Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, 2 de abril.
O primeiro bom lance do jogo aconteceu aos oito minutos, quando Beto recebeu no interior da área, girou e bateu, mas nas mãos do goleiro Alessandro. O Brusque assustou aos 21, quando Evandro cobrou falta com violência, obrigado o goleiro Zé Carlos a fazer bela defesa.
Aos 28, Beto avançu com velocidade pelo meio e chutou rasteiro, para boa defesa do goleiro brusquense. Cinco minutos depois, Valdeir cobrou falta com categoria e a bola foi na rede, mas pelo lado de fora.
No finalzinho da primeira etapa, Jael efetuou lançamento para Beto, que avançou com velocidade pelo meio, livrou-se de um macador e chutou colocado no canto esquerdo de Alessandro, sem chance para o goleiro do Brusque, marcando Criciúma 1x0.
Na etapa complementar, logo aos dois minutos, o Criciúma quase ampliou, quando Valdeir cruzou da esquerda para Wecsley, que chutou por cima do gol. Quatro minutos depois, Adriano recebeu pelo meio e chutou colocado, mas pela linha de fundo.
Aos 14, Valdeir foi à linha de fundo, pela direita e cruzou para Adriano, mas o meia tricolor não aproveitou, cabeceando para fora. Três minutos depois, Valdeir cobrou escanteio da esquerda e o zagueiro Claudio Luiz cabeceu na trave.
No restante do jogo, o Brusque tentou empatar, e teve sua melhor chance aos 34, quando Mini cruzou rasteiro da esquerda e, para sorte do Criciúma, Paulinho errou em bola no interior da pequena área. Já o Criciúma teve sua última chance de ampliar nos minutos finais: Carlos recebeu cruzamento no interior da área e chutou cruzado, à direita do gol dos visitantes.
O próximo jogo do Criciúma no Campeonato Catarinense será somente no outro sábado, 5 de abril, quando o Tigre enfrentará o Cidade Azul, em Tubarão. Antes disso, o tricolor enfrentará o Icasa, em Juazeiro do Norte (CE), pela Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, 2 de abril.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Morre Jean-Marie Balestre
Presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) entre 1986 e 1993, o francês Jean-Marie Balestre morreu nesta sexta-feira, aos 86 anos. Membro fundador da Federação Francesa de Automobilismo (FFSA), da qual foi seu primeiro mandatário, o cartola também causou polêmica por suas decisões, que fizeram algumas pessoas criticá-lo por abuso de poder.
O tricampeão Ayrton Senna, por exemplo, teve problemas com o mandatário quando o acusou de fazer campanha a favor do rival Alain Prost, em 1989. Por causa de tais comentários, Balestre obrigou o brasileiro a apresentar um pedido de desculpas sob a ameaça de perder a superlicença para competir na temporada de 1990.
Dois anos depois, o paulista voltou à carga e responsabilizou o francês por sua colisão com Prost na primeira curva do GP do Japão de 1990, já que Balestre se recusou a mudar o lado em que o pole position - no caso Senna - começaria a corrida.
"Isto foi o resultado de uma má decisão que foi influenciada por Balestre, sei muito bem disso. Sabemos o porquê e o resultado foi o que aconteceu na primeira curva. Não foi minha responsabilidade", acusou o brasileiro na época.
Atual presidente da FFSA, Nicolas Deschaux lamentou a morte do ex-mandatário da entidade. "É uma tremenda perda para o automobilismo. Ele sempre soube como portar a voz das instituições que dirigiu", disse.
Na minha opinião, ele também soube muito bem desclassificar Ayrton Senna no GP do Japão 1989, dando a vitória daquela corrida ao italiano Alessandro Nannini (sua única vitória na F1) e o título daquele ano ao compatriota Alain Prost.
O tricampeão Ayrton Senna, por exemplo, teve problemas com o mandatário quando o acusou de fazer campanha a favor do rival Alain Prost, em 1989. Por causa de tais comentários, Balestre obrigou o brasileiro a apresentar um pedido de desculpas sob a ameaça de perder a superlicença para competir na temporada de 1990.
Dois anos depois, o paulista voltou à carga e responsabilizou o francês por sua colisão com Prost na primeira curva do GP do Japão de 1990, já que Balestre se recusou a mudar o lado em que o pole position - no caso Senna - começaria a corrida.
"Isto foi o resultado de uma má decisão que foi influenciada por Balestre, sei muito bem disso. Sabemos o porquê e o resultado foi o que aconteceu na primeira curva. Não foi minha responsabilidade", acusou o brasileiro na época.
Atual presidente da FFSA, Nicolas Deschaux lamentou a morte do ex-mandatário da entidade. "É uma tremenda perda para o automobilismo. Ele sempre soube como portar a voz das instituições que dirigiu", disse.
Na minha opinião, ele também soube muito bem desclassificar Ayrton Senna no GP do Japão 1989, dando a vitória daquela corrida ao italiano Alessandro Nannini (sua única vitória na F1) e o título daquele ano ao compatriota Alain Prost.
Arbitragem para Criciúma x Brusque
A comissão de arbitragem da Federação Catarinense de Futebol divulgou a escala de arbitragem para os jogos deste sábado, válidos pela 8ª rodada do returno do Campeonato Catarinense.
Para o jogo Criciúma x Brusque, marcado para às 18h10min, no Estádio Heriberto Hülse, foi designado por intermédio de sorteio o árbitro José Acácio da Rocha (CBF), de Balneário Camboriú, que terá como auxiliares Kleber Lucio Gil (CBF) e Francisco Alexandre de Andrade Eibs, ambos de Florianópolis.
A função de quarto árbitro será desempenhada por Almir Bortolotto e Euclides Biazzoto, ambos do quadro de arbitragem da Liga Atlética da Região Mineira, de Criciúma. O delegado do jogo será Emerson Lodetti, de Criciúma.
O jogo entre Criciúma x Brusque terá transmissão ao vivo, minuto a minuto, em tempo real, através do site www.criciumaesporteclube.com.br.
Para o jogo Criciúma x Brusque, marcado para às 18h10min, no Estádio Heriberto Hülse, foi designado por intermédio de sorteio o árbitro José Acácio da Rocha (CBF), de Balneário Camboriú, que terá como auxiliares Kleber Lucio Gil (CBF) e Francisco Alexandre de Andrade Eibs, ambos de Florianópolis.
A função de quarto árbitro será desempenhada por Almir Bortolotto e Euclides Biazzoto, ambos do quadro de arbitragem da Liga Atlética da Região Mineira, de Criciúma. O delegado do jogo será Emerson Lodetti, de Criciúma.
O jogo entre Criciúma x Brusque terá transmissão ao vivo, minuto a minuto, em tempo real, através do site www.criciumaesporteclube.com.br.
quinta-feira, 27 de março de 2008
quarta-feira, 26 de março de 2008
Chapecoense dança em mais um baile tricolor
O Criciúma não tomou conhecimento da Chapecoense, conseguindo mais uma importante vitória no Campeonato Catarinense ao aplicar 5x2 na equipe do Oeste catarinense, em jogo realizado no Estádio Índio Condá, em Chapecó, na noite desta quarta-feira, 26 de março, em partida válida pela sétima rodada do returno do Campeonato Catarnense. Com esta vitória, o tricolor sobe para 17 pontos, permanecendo na liderança do returno da competição, e alcançando 40 pontos na classificação geral, onde também é líder.
A goleada do Tigre começou a ser construída logo aos quatro minutos: em um contra-ataque, Jael rolou para Beto pela esquerda. O atacante tricolor passou por um adversário e cruzou para Jean Coral, que teve calma para, de cabeça, tirar a bola do alcance do goleiro Ricardo, fazendo Criciúma 1x0 Chapecoense. Três minutos depois, o tricolor quase ampliou: Jean Coral fez bela jogada e tocou para Jael, que chutou forte. O goleiro Ricardo deu rebote e Luis André errou o chute.
Os ataques das duas equipes produziam boas jogadas, mas sem perigo para as defesas adversárias. Somente aos 28 minutos, a equipe da Chapecoense chegou com perigo, quando Tita cobrou falta da direita, Cadu cabeceou bem e a bola explodiu na trave direita do gol tricolor. De tanto insistir, os donos da casa marcaram o gol de empate: após cruzamento da direita, Basílio errou o cabeceio, marcando gol contra. Chapecoense 1x1 Criciúma.
Após este lance, só deu Criciúma na etapa inicial: aos 33, Jael recebeu pelo meio e abriu para Reginaldo Araújo na direita. O atacante tricolor cruzou na medida para Jean Coral, que cabeceou fora do alcance do goleiro Ricardo: Tigre 2x1 Chapecoense. Aos 41 Valdeir cobrou escanteio da direita, o goleiro Ricardo falhou, soltando a bola, que caiu nos pés de Wecsley. O zagueiro tricolor só empurrou para o fundo do gol, marcando Criciúma 3x1 Criciúma.
No último lance da etapa inicial, o Criciúma marcou seu quarto gol: Jean Coral recebeu boa bola na direita e cruzou nos pés de Beto, que pegou de primeira, no canto esquerdo de Ricardo.
Na etapa complementar, a Chapecoense foi para cima tentando melhor sorte no jogo. Logo no primeiro minuto, Tiago foi à linha de fundo na direita e cruzou rasteiro. O goleiro Zé Carlos tocou de leve e Uendel, bem colocado, afastou para longe. A Chapecoense teve uma grande chance de descontar aos oito minutos, quando William Amaral cometeu pênalti em Cadu. Após muita catimba, Cadu bateu torto à direita do gol tricolor.
O ritmo de jogo no segundo tempo foi bem abaixo do ritmo empregado na etapa inicial. Outra chance clara de gol aconteceu somente aos 27 minutos: Uendel recebeu na entrada da área, mas adiantou demais, perdendo a chance de marcar o quinto gol tricolor.
No minuto seguinte, mais um pênalti para a Chapecoense: William Amaral perdeu infantilmente a bola para Cadu, que invadiu a área. No bate-rebate, Basílio meteu a mão na bola. Desta vez, Cadu cobrou bem o pênalti e marcou o segundo gol da Chapecoense.
Aos 35, o Criciúma marcou seu quinto gol: Valdeir cobrou falta da esquerda, o goleiro Ricardo falhou novamente e a bola sobrou limpinha para Beto, que só teve o trabalho de marcar mais um. O Tigre ainda teve duas grandes chances de ampliar no finalzinho, com Patric, aos 45 minutos, e Beto, aos 47.
O Tigre volta a campo no próximo sábado, quando joga diante de sua torcida contra o Brusque, em jogo que tem início marcado para às 18h10min.
A goleada do Tigre começou a ser construída logo aos quatro minutos: em um contra-ataque, Jael rolou para Beto pela esquerda. O atacante tricolor passou por um adversário e cruzou para Jean Coral, que teve calma para, de cabeça, tirar a bola do alcance do goleiro Ricardo, fazendo Criciúma 1x0 Chapecoense. Três minutos depois, o tricolor quase ampliou: Jean Coral fez bela jogada e tocou para Jael, que chutou forte. O goleiro Ricardo deu rebote e Luis André errou o chute.
Os ataques das duas equipes produziam boas jogadas, mas sem perigo para as defesas adversárias. Somente aos 28 minutos, a equipe da Chapecoense chegou com perigo, quando Tita cobrou falta da direita, Cadu cabeceou bem e a bola explodiu na trave direita do gol tricolor. De tanto insistir, os donos da casa marcaram o gol de empate: após cruzamento da direita, Basílio errou o cabeceio, marcando gol contra. Chapecoense 1x1 Criciúma.
Após este lance, só deu Criciúma na etapa inicial: aos 33, Jael recebeu pelo meio e abriu para Reginaldo Araújo na direita. O atacante tricolor cruzou na medida para Jean Coral, que cabeceou fora do alcance do goleiro Ricardo: Tigre 2x1 Chapecoense. Aos 41 Valdeir cobrou escanteio da direita, o goleiro Ricardo falhou, soltando a bola, que caiu nos pés de Wecsley. O zagueiro tricolor só empurrou para o fundo do gol, marcando Criciúma 3x1 Criciúma.
No último lance da etapa inicial, o Criciúma marcou seu quarto gol: Jean Coral recebeu boa bola na direita e cruzou nos pés de Beto, que pegou de primeira, no canto esquerdo de Ricardo.
Na etapa complementar, a Chapecoense foi para cima tentando melhor sorte no jogo. Logo no primeiro minuto, Tiago foi à linha de fundo na direita e cruzou rasteiro. O goleiro Zé Carlos tocou de leve e Uendel, bem colocado, afastou para longe. A Chapecoense teve uma grande chance de descontar aos oito minutos, quando William Amaral cometeu pênalti em Cadu. Após muita catimba, Cadu bateu torto à direita do gol tricolor.
O ritmo de jogo no segundo tempo foi bem abaixo do ritmo empregado na etapa inicial. Outra chance clara de gol aconteceu somente aos 27 minutos: Uendel recebeu na entrada da área, mas adiantou demais, perdendo a chance de marcar o quinto gol tricolor.
No minuto seguinte, mais um pênalti para a Chapecoense: William Amaral perdeu infantilmente a bola para Cadu, que invadiu a área. No bate-rebate, Basílio meteu a mão na bola. Desta vez, Cadu cobrou bem o pênalti e marcou o segundo gol da Chapecoense.
Aos 35, o Criciúma marcou seu quinto gol: Valdeir cobrou falta da esquerda, o goleiro Ricardo falhou novamente e a bola sobrou limpinha para Beto, que só teve o trabalho de marcar mais um. O Tigre ainda teve duas grandes chances de ampliar no finalzinho, com Patric, aos 45 minutos, e Beto, aos 47.
O Tigre volta a campo no próximo sábado, quando joga diante de sua torcida contra o Brusque, em jogo que tem início marcado para às 18h10min.
26 de março na história da Fórmula 1



terça-feira, 25 de março de 2008
Fritz D'Orey completa 70 anos
Muitos não sabem quem foi Fritz D'Orey. Nascido em São Paulo em 25/03/1938, o brasileiro Fritz D'Orey completa hoje 70 anos, disputou 3 GPs de Fórmula 1 em 1959, e o máximo que conseguiu foi um 10º lugar, no GP da França 1959.
Frederico José Carlos Themudo D’Orey, filho de imigrantes portugueses, descendentes de alemães. Morando no bairro Jardim Europa e estudando no Colégio São Luiz ganhou o apelido de Fritz devido à sua ascendência germânica. Seu pai, empresário do ramo de importações tinha a exclusividade de importação dos carros Packard, Hudson e Renault para a América do Sul, a loja chamava-se Auto-Geral, na Rua Barão de Campinas em São Paulo e com filiais em várias cidades. Foi nesse ambiente que Fritz cresceu e naturalmente apaixonou-se por carros, passando a freqüentar assiduamente o Autódromo de Interlagos.
Diz que sua primeira corrida foi aos 17 anos a bordo de um Jaguar XK, em Interlagos, onde organizavam-se corridas extra-oficiais todo final de semana. Seus pais sabiam de sua paixão e conhecendo os riscos não o apoiavam: "porque era um perigo mortal. Morria alguém todo final-de-semana nas pistas, e claro, não havia nada de guard-rails, santo-antonio, nem cinto de segurança usávamos!".
Mas não o impediram, no entanto, de aos 19 anos estrear numa competição oficial em Interlagos. Correu com um Porsche comprado de Christian Heins e que havia sido trazido ao Brasil pelo piloto alemão Hans Stuck. Venceu, e aí não parou mais, teve uma carreira vitoriosa e meteórica, em menos de 2 anos já estava na Europa, fato inédito na época.
Com esse Porsche participou de outra prova e nas II Mil Milhas Brasileiras, ainda em 1957, participou em dupla com Luciano Bonini a bordo da carretera Ford nº 30 deste, não concluíram a prova por quebra mecânica.
Com sua Porsche foi ao Rio de Janeiro disputar a Prova Prefeitura do Rio de Janeiro na Quinta da Boa Vista e chegou em 2º lugar, atrás apenas de Arthur Souza Costa, que era marido da cantora Emilinha Borba.
Já com 20 anos, em 1958, compra o carro com que se consagra no automobilismo brasileiro, a Ferrari/Corvette 1951, Mecânica Nacional, de Celso Lara Barberis, e que Chico Landi havia ganho de Getulio Vargas, passa a correr pela Equipe Tubularte de José Gimenez Lopes e Chico Landi. Com esse carro Celso havia vencido a primeira edição dos 500 Quilômetros de Interlagos e Fritz venceu a segunda edição.
Na prova seguinte, a inauguração do “Circuito da Barra da Tijuca” vinha liderando com folga, mas uma parada nos boxes para pequenos reparos tirou-lhe a chance de vencer, foi 2º, mas fez a melhor volta da prova.
Novamente participa das Mil Milhas, mas agora pilotando o Volks/Porsche do piloto “Bira” (Lauro Bezerra), disputando com carreteras com mais que o dobro de cilindrada e potencia, chegam em 9º lugar em virtude da bateria ter caído e ter quebrado o pára-brisa, aí era pedrisco no rosto sempre que estavam atrás de outro carro. A prova seguinte foi a primeira etapa do “I Torneio Triangular Sulamericano” em Interlagos, prova que contou com 11 pilotos, brasileiros, argentinos e uruguaios. Liderou a prova até o inicio da 9ª volta quando um pneu furou, então teve que percorrer quase a pista toda (a antiga, de quase 8 km) para parar nos boxes e fazer a troca, ainda assim chegou em 4º lugar e fez a melhor volta da prova.
Em seguida faz sua última prova em solo brasileiro, o “II Circuito da Barra da Tijuca” quando vence novamente, desta vez a bordo de uma Ferrari 750 Monza 3.0 da categoria esporte, cedida por José Gimenez Lopes da Tubularte.
Depois dessa prova já em 1959 foi ao Uruguai e Argentina participar das etapas seguintes do “I Torneio Triangular”. Na prova de Buenos Aires lá estava Juan Manuel Fangio, penta-campeão mundial de Fórmula 1, que havia parado de correr no ano anterior, observando. Fritz liderou a prova até que faltando 9 voltas quebrou o eixo de seu carro, mas sua atuação chamou a atenção de Fangio que o II Circuito da Barra convidou a participar da equipe de F1 que estava montando para correr na Europa, era a “Scuderia Centro-Sud” que teria 1 piloto argentino, 1 uruguaio e Fritz seria o brasileiro. Dos três o único a correr foi Fritz, os outros não passaram dos testes. Foi o quarto brasileiro a correr na F1, antes dele foram: Chico Landi entre 1951 e 1956, Gino Bianco em 1952 e Hernando da Silva Ramos entre 1956 e 1957, mas Fritz correu também em outras categorias (Esporte, GT, Subida de Montanha e Fórmula Jr.).
"Havia corridas em todos os lugares, de todas as categorias, e os pilotos não ganhavam salário mas sim prêmios de largada. Os organizadores davam uma determinada quantia de dinheiro que só dava para pagar o hotel, a alimentação e as viagens. Competíamos por amor ao esporte, não tinha nada de dinheiro, era sentar no carro e acelerar", disse D'Orey.
Na Europa, com 21 anos, em Modena (terra do preparador Vittorio Stanguellini) hospedado no “Albergo Real-Fini”, onde ficavam vários outros pilotos, passou os três primeiros meses com Fangio absorvendo conhecimentos daquele que era uma verdadeira lenda viva do automobilismo mundial. Comprou uma Ferrari 250 GT e com ela participou do “Grande Premio da Loteria” em Monza, sua estréia em corridas na Europa, chegou em 7º lugar.
Semana seguinte estreava na F1: “Grande Premio da França”, disputado em Reims, usando uma “velhusca” Maserati 250F, terminou em 10º lugar. No próximo final de semana participa de uma prova de Subida de Montanha em Trento-Bondone, na Itália, com sua Ferrari e tira o 2º lugar.
Mais uma semana e estava participando de outra prova da F1, desta vez o Grande Premio da Inglaterra, disputado em Aintree, teve um acidente com a Maserati 250F na volta 57 e abandonou quando estava em 15º.
Na prova seguinte, o GP de Berlim, Alemanha, convidado por seu amigo Jean Behra guiou um Porsche 1500RS da fábrica, na categoria esporte, mas devido as fortes chuvas acidentou-se e não concluiu a prova, seu amigo Jean não teve a mesma sorte, faleceu num outro acidente na mesma prova.
Nos dois finais de semana seguintes participa de provas de Subida de Montanha e chega em 2º com sua Ferrari e em 3º com um Fiat/Stanguellini. Faz em seguida algumas corridas de Fórmula Junior com um Fiat/Stanguellini, estreando com uma vitória na corrida de Messina, na Itália, corrida em que outro brasileiro, Christian Heins, chegou em 2º lugar.
No final de 1959, com pouco mais de 21 anos e duas participações na Fórmula 1, vai para Sebring, Estados Unidos, participar de duas provas, uma de F-Jr, onde chega em segundo, e também do I GP dos EUA de F1, mas agora pela equipe Camodari USA, pilotando um carro Tec-Mec. Na sétima volta abandona com um vazamento de óleo. Com essa prova encerra suas participações na Fórmula 1.
Ano seguinte, já com 22 anos, dá inicio à sua temporada novamente em Sebring, EUA , participando das “12 Horas de Sebring” numa Ferrari 250GT SWB com Willian Sturtgis, chegaram em 6º lugar na geral e em 4º na categoria Esporte abaixo de 3.0. Foi o primeiro brasileiro a participar dessa prova.
Convidado a correr pela equipe Sereníssima de Giovanni Volpi, uma espécie de equipe 2 da Ferrari, é inscrito para disputar a 28º Edição das tradicionais “24 Horas de Le Mans” dividindo uma Ferrari 250 GT SWB com Carlo Maria Abate e Gianni Balzarini, mas nos treinos Fritz se acidentou: “Foi no meio da reta, antes da Maison Blanche, meu carro foi fechado por uma Jaguar, saiu da pista a uns 270 km/h, bateu numa árvore, de lado, partindo-se ao meio, e eu fiquei jogado no meio do mato, ao lado da pista. Por conta disso passei 8 meses internado num hospital e minha carreira acabou”.
É interessante que vários jornais ao redor do mundo chegaram até a noticiar sua morte. Sofreu traumatismo craniano e como os médicos o aconselharam a não viajar ficou morando em Paris, por dois anos, onde trabalhou como fotógrafo e acabou casando-se com a filha do embaixador da Suécia. Voltou ao Brasil em 1962 e foi trabalhar na empresa do pai em São Paulo, onde ficou até seu pai falecer e em 1970 fechou a empresa, mudou-se para o Rio de Janeiro em 1971 e abriu uma construtora em 1975, depois que se aposentou morou uma temporada em Paris (1996 à 2001) voltou ao Brasil e foi morar em Copacabana no Rio de Janeiro. Foi casado três vezes e tem cinco filhos, mora atualmente no bairro de Ipanema.
Frederico José Carlos Themudo D’Orey, filho de imigrantes portugueses, descendentes de alemães. Morando no bairro Jardim Europa e estudando no Colégio São Luiz ganhou o apelido de Fritz devido à sua ascendência germânica. Seu pai, empresário do ramo de importações tinha a exclusividade de importação dos carros Packard, Hudson e Renault para a América do Sul, a loja chamava-se Auto-Geral, na Rua Barão de Campinas em São Paulo e com filiais em várias cidades. Foi nesse ambiente que Fritz cresceu e naturalmente apaixonou-se por carros, passando a freqüentar assiduamente o Autódromo de Interlagos.
Diz que sua primeira corrida foi aos 17 anos a bordo de um Jaguar XK, em Interlagos, onde organizavam-se corridas extra-oficiais todo final de semana. Seus pais sabiam de sua paixão e conhecendo os riscos não o apoiavam: "porque era um perigo mortal. Morria alguém todo final-de-semana nas pistas, e claro, não havia nada de guard-rails, santo-antonio, nem cinto de segurança usávamos!".
Mas não o impediram, no entanto, de aos 19 anos estrear numa competição oficial em Interlagos. Correu com um Porsche comprado de Christian Heins e que havia sido trazido ao Brasil pelo piloto alemão Hans Stuck. Venceu, e aí não parou mais, teve uma carreira vitoriosa e meteórica, em menos de 2 anos já estava na Europa, fato inédito na época.
Com esse Porsche participou de outra prova e nas II Mil Milhas Brasileiras, ainda em 1957, participou em dupla com Luciano Bonini a bordo da carretera Ford nº 30 deste, não concluíram a prova por quebra mecânica.
Com sua Porsche foi ao Rio de Janeiro disputar a Prova Prefeitura do Rio de Janeiro na Quinta da Boa Vista e chegou em 2º lugar, atrás apenas de Arthur Souza Costa, que era marido da cantora Emilinha Borba.
Já com 20 anos, em 1958, compra o carro com que se consagra no automobilismo brasileiro, a Ferrari/Corvette 1951, Mecânica Nacional, de Celso Lara Barberis, e que Chico Landi havia ganho de Getulio Vargas, passa a correr pela Equipe Tubularte de José Gimenez Lopes e Chico Landi. Com esse carro Celso havia vencido a primeira edição dos 500 Quilômetros de Interlagos e Fritz venceu a segunda edição.
Na prova seguinte, a inauguração do “Circuito da Barra da Tijuca” vinha liderando com folga, mas uma parada nos boxes para pequenos reparos tirou-lhe a chance de vencer, foi 2º, mas fez a melhor volta da prova.
Novamente participa das Mil Milhas, mas agora pilotando o Volks/Porsche do piloto “Bira” (Lauro Bezerra), disputando com carreteras com mais que o dobro de cilindrada e potencia, chegam em 9º lugar em virtude da bateria ter caído e ter quebrado o pára-brisa, aí era pedrisco no rosto sempre que estavam atrás de outro carro. A prova seguinte foi a primeira etapa do “I Torneio Triangular Sulamericano” em Interlagos, prova que contou com 11 pilotos, brasileiros, argentinos e uruguaios. Liderou a prova até o inicio da 9ª volta quando um pneu furou, então teve que percorrer quase a pista toda (a antiga, de quase 8 km) para parar nos boxes e fazer a troca, ainda assim chegou em 4º lugar e fez a melhor volta da prova.
Em seguida faz sua última prova em solo brasileiro, o “II Circuito da Barra da Tijuca” quando vence novamente, desta vez a bordo de uma Ferrari 750 Monza 3.0 da categoria esporte, cedida por José Gimenez Lopes da Tubularte.
Depois dessa prova já em 1959 foi ao Uruguai e Argentina participar das etapas seguintes do “I Torneio Triangular”. Na prova de Buenos Aires lá estava Juan Manuel Fangio, penta-campeão mundial de Fórmula 1, que havia parado de correr no ano anterior, observando. Fritz liderou a prova até que faltando 9 voltas quebrou o eixo de seu carro, mas sua atuação chamou a atenção de Fangio que o II Circuito da Barra convidou a participar da equipe de F1 que estava montando para correr na Europa, era a “Scuderia Centro-Sud” que teria 1 piloto argentino, 1 uruguaio e Fritz seria o brasileiro. Dos três o único a correr foi Fritz, os outros não passaram dos testes. Foi o quarto brasileiro a correr na F1, antes dele foram: Chico Landi entre 1951 e 1956, Gino Bianco em 1952 e Hernando da Silva Ramos entre 1956 e 1957, mas Fritz correu também em outras categorias (Esporte, GT, Subida de Montanha e Fórmula Jr.).
"Havia corridas em todos os lugares, de todas as categorias, e os pilotos não ganhavam salário mas sim prêmios de largada. Os organizadores davam uma determinada quantia de dinheiro que só dava para pagar o hotel, a alimentação e as viagens. Competíamos por amor ao esporte, não tinha nada de dinheiro, era sentar no carro e acelerar", disse D'Orey.
Na Europa, com 21 anos, em Modena (terra do preparador Vittorio Stanguellini) hospedado no “Albergo Real-Fini”, onde ficavam vários outros pilotos, passou os três primeiros meses com Fangio absorvendo conhecimentos daquele que era uma verdadeira lenda viva do automobilismo mundial. Comprou uma Ferrari 250 GT e com ela participou do “Grande Premio da Loteria” em Monza, sua estréia em corridas na Europa, chegou em 7º lugar.
Semana seguinte estreava na F1: “Grande Premio da França”, disputado em Reims, usando uma “velhusca” Maserati 250F, terminou em 10º lugar. No próximo final de semana participa de uma prova de Subida de Montanha em Trento-Bondone, na Itália, com sua Ferrari e tira o 2º lugar.
Mais uma semana e estava participando de outra prova da F1, desta vez o Grande Premio da Inglaterra, disputado em Aintree, teve um acidente com a Maserati 250F na volta 57 e abandonou quando estava em 15º.
Na prova seguinte, o GP de Berlim, Alemanha, convidado por seu amigo Jean Behra guiou um Porsche 1500RS da fábrica, na categoria esporte, mas devido as fortes chuvas acidentou-se e não concluiu a prova, seu amigo Jean não teve a mesma sorte, faleceu num outro acidente na mesma prova.
Nos dois finais de semana seguintes participa de provas de Subida de Montanha e chega em 2º com sua Ferrari e em 3º com um Fiat/Stanguellini. Faz em seguida algumas corridas de Fórmula Junior com um Fiat/Stanguellini, estreando com uma vitória na corrida de Messina, na Itália, corrida em que outro brasileiro, Christian Heins, chegou em 2º lugar.
No final de 1959, com pouco mais de 21 anos e duas participações na Fórmula 1, vai para Sebring, Estados Unidos, participar de duas provas, uma de F-Jr, onde chega em segundo, e também do I GP dos EUA de F1, mas agora pela equipe Camodari USA, pilotando um carro Tec-Mec. Na sétima volta abandona com um vazamento de óleo. Com essa prova encerra suas participações na Fórmula 1.
Ano seguinte, já com 22 anos, dá inicio à sua temporada novamente em Sebring, EUA , participando das “12 Horas de Sebring” numa Ferrari 250GT SWB com Willian Sturtgis, chegaram em 6º lugar na geral e em 4º na categoria Esporte abaixo de 3.0. Foi o primeiro brasileiro a participar dessa prova.
Convidado a correr pela equipe Sereníssima de Giovanni Volpi, uma espécie de equipe 2 da Ferrari, é inscrito para disputar a 28º Edição das tradicionais “24 Horas de Le Mans” dividindo uma Ferrari 250 GT SWB com Carlo Maria Abate e Gianni Balzarini, mas nos treinos Fritz se acidentou: “Foi no meio da reta, antes da Maison Blanche, meu carro foi fechado por uma Jaguar, saiu da pista a uns 270 km/h, bateu numa árvore, de lado, partindo-se ao meio, e eu fiquei jogado no meio do mato, ao lado da pista. Por conta disso passei 8 meses internado num hospital e minha carreira acabou”.
É interessante que vários jornais ao redor do mundo chegaram até a noticiar sua morte. Sofreu traumatismo craniano e como os médicos o aconselharam a não viajar ficou morando em Paris, por dois anos, onde trabalhou como fotógrafo e acabou casando-se com a filha do embaixador da Suécia. Voltou ao Brasil em 1962 e foi trabalhar na empresa do pai em São Paulo, onde ficou até seu pai falecer e em 1970 fechou a empresa, mudou-se para o Rio de Janeiro em 1971 e abriu uma construtora em 1975, depois que se aposentou morou uma temporada em Paris (1996 à 2001) voltou ao Brasil e foi morar em Copacabana no Rio de Janeiro. Foi casado três vezes e tem cinco filhos, mora atualmente no bairro de Ipanema.
25 de março na história da Fórmula 1


segunda-feira, 24 de março de 2008
24 de março na história da Fórmula 1

F1 - Massa reconhece erro na Malásia
O brasileiro Felipe Massa, enfim, reconheceu seu erro no GP da Malásia. Após a prova, o brasileiro disse desconhecer o motivo de sua saída da pista, mas acabou reconhecendo o erro. "Na volta 31, acertei a zebra na saída da curva seis, então, perdi a traseira e acabei saindo na curva seguinte. Precisamos ver se não houve danos no carro. Mas é uma grande vergonha, já que poderíamos ter conseguido uma dobradinha", completou.
Bom, só ele que não tinha reconhecido seu erro, pois as imagens foram claras e não restaram dúvidas que Massa perdeu a traseira de sua Ferrari e demorou para corrigir o traçado, rodando e parando na brita.
Ficou a impressão que Felipe tentou andar mais que o carro, já que a rodada aconteceu no segundo setor do circuito, onde o brasileiro perdia até meio segundo para Raikkonen em cada volta após o primeiro pit stop de ambos.
Ou Massa supera a enorme prssão, principalmente da imprensa italiana, fazendo duas boas corridas na seqüência - Bahrein e Espanha - já que venceu ambas em 2007, ou desengrena de vez e vê comprometido inclusive seu contrato com a Ferrari.
Bom, só ele que não tinha reconhecido seu erro, pois as imagens foram claras e não restaram dúvidas que Massa perdeu a traseira de sua Ferrari e demorou para corrigir o traçado, rodando e parando na brita.
Ficou a impressão que Felipe tentou andar mais que o carro, já que a rodada aconteceu no segundo setor do circuito, onde o brasileiro perdia até meio segundo para Raikkonen em cada volta após o primeiro pit stop de ambos.
Ou Massa supera a enorme prssão, principalmente da imprensa italiana, fazendo duas boas corridas na seqüência - Bahrein e Espanha - já que venceu ambas em 2007, ou desengrena de vez e vê comprometido inclusive seu contrato com a Ferrari.
domingo, 23 de março de 2008
F1 - comentários pós-corridas dos pilotos
A partir deste GP, reproduzirei os comentários pós-corridas de todos os pilotos participantes. Veja o que disseram os 22 pilotos que participaram do GP da Malásia neste domingo:
1 - Kimi Raikkonen (Ferrari), 1º colocado: Tivemos um final de semana muito complicado na Austrália. Não estávamos totalmente certos de que as coisas seriam diferentes por aqui. Sabíamos apenas que estaríamos bem em termos de velocidade. Tudo funcionou perfeitamente aqui e garantimos que nada daria errado, até poupamos o motor. Foi um trabalho perfeito da equipe. Eu teria ficado ainda mais alegre se o Felipe ficasse em segundo, mas as coisas deram errado. Creio que ainda temos dificuldades na classificação. Foi bom me classificar em segundo, mas na última sessão eu não tinha aderência nos pneus. O carro estava bom durante todo o final de semana, mas às vezes é difícil extrair o máximo dos pneus.
2 - Felipe Massa (Ferrari), não completou: Eu me sinto frustrado, não é o início de ano que eu esperava e me sinto muito mal pelo que ocorreu. Mas precisamos nos concentrar, ainda temos 16 corridas e precisamos ter um bom ritmo na próxima. Tínhamos uma dobradinha garantida e não poderíamos terminar com apenas um carro. Precisamos nos recuperar agora. Eu senti algo estranho na Curva 6, fui para a zebra muito forte e quando entrei na 7, perdi o carro. É difícil explicar agora o que houve.
3 - Nick Heidfeld (BMW), 6º colocado: Tenho sentimentos distintos sobre a corrida de hoje. Estou feliz por ter marcado minha primeira volta mais rápida em uma corrida de Fórmula 1, e 11 pontos também foi o melhor resultado para a nossa equipe. O ritmo do carro estava muito bom, no mesmo nível da McLaren. Isso tudo é muito positivo, e torna ainda mais decepcionante o fato de eu ter terminado apenas em sexto. Minha largada foi muito boa e tentei ultrapassar pela direita, por fora na primeira curva. Robert estava por dentro e Jarno Trulli entre nós. Fiquei sem espaço. Foi uma tentativa, mas não deu certo. Peguei sujeira e perdi mais duas posições na primeira volta. Pelo menos as recuperei quando ultrapassei David Coulthard e Fernando Alonso na volta 4. Novamente, nosso pessoal nos pits fez um trabalho muito bom.
4 - Robert Kubica (BMW), 2º colocado: Foi um dia fantástico para a equipe, para a Petronas e para mim, o segundo pódio consecutivo. Depois de Monza em 2006, finalmente consegui outro pódio. Quero agradecer a todos na equipe, que trabalharam muito nos últimos dois meses para melhorar o carro. Não tive uma boa largada por causa das rodas travando, e estava brigando com o Nick e Jarno Trulli. Fui para o lado sujo e quase perdi o controle, mas de alguma maneira consegui passar pela curva e superar os dois. A partir deste momento, andei no meu próprio ritmo. As Ferraris estavam muito rápidas, mas consegui aumentar a diferença para os carros que estavam me seguindo. Após o segundo pit-stop, reduzi a rotação para poupar o motor e fui devagar. Não me senti muito bem durante o fim de semana e estava muito quente no carro, então as últimas dez voltas foram difíceis. Mas valeu a pena, foi um resultado brilhante.
5 - Fernando Alonso (Renault), 8º colocado: Pudemos ver que, em condições normais de corrida, estamos um pouco atrás em termos de desempenho. No momento, nosso objetivo é tentar marcar pontos em cada corrida e trabalhar duro nos próximos testes para que possamos melhorar.
6 - Nelson Piquet Jr. (Renault), 11º colocado: Estou feliz por ter terminado a corrida, já que este era meu primeiro objetivo depois de Melbourne. Aprendi muito hoje e reconheço que o grupo do qual fazemos parte está muito competitivo, e por isso você tem de fazer uma corrida perfeita. Mas terminei perto do meu companheiro de equipe, e isso é encorajador para mim. A corrida foi difícil e o carro ainda não está competitivo o suficiente, mas estou progredindo e espero dar seqüência a isso na próxima corrida, no Bahrain.
7 - Nico Rosberg (Williams), 14º colocado: Eu sabia que, largando em 16º, teria de correr alguns riscos para fazer uma boa corrida, e na verdade foi boa, considerando que eu estava com muito combustível. Mas entrei junto com Timo Glock na curva quando ele me deu espaço. Acho que ele não me viu quando virou e eu não podia mais voltar, o que foi uma pena. O carro estava melhor hoje na corrida, mas apesar de tudo o que tentei, não era nosso fim de semana. Agora, vou para o Bahrain, onde as coisas devem melhorar.
8 - Kazuki Nakajima (Williams), 17º colocado: Do final do grid, decidimos adotar uma estratégia agressiva, e ganhei algumas posições depois da largada, mas foi difícil abrir uma boa vantagem. Na segunda parte, o pneu furou e tive de parar muito cedo, o que não foi o ideal, já que fui obrigado a fazer dois trechos muito curtos e depois um longo no final. Sofri um pouco na última parte e rodei em uma curva de alta, então só procurei me concentrar e terminar a prova depois disso.
9 - David Coulthard (Red Bull), 9º colocado: Tivemos muita granulação no meu primeiro jogo de pneus, então perdi nove segundos na primeira parte da corrida, o que foi frustrante. Estava muito quente, mas felizmente um pouco nublado também, então isso melhorou as coisas.
10 - Mark Webber (Red Bull), 7º colocado: A largada não foi fantástica, mas sabíamos que muitos estavam com pneus macios naquele ponto da corrida. Contornei bem as curvas 1 e 2 e saí na quarta posição. A primeira parte foi boa, mas sofri um pouco na segunda com pouca aderência. Também fiquei preso atrás de Sato em um ponto crucial da corrida, e perdi cerca de dois segundos, o que deveria ter nos mantido à frente de Heidfeld. Estou satisfeito por todos na Red Bull por termos marcado dois pontos. Foi um começo de ano difícil para nós, e foi ótimo levar o carro até o final. Também agradeço bastante à Renault.
11 - Jarno Trulli (Toyota), 4º colocado: É bom voltar aos pontos após uma boa corrida. Estou especialmente feliz pela equipe, tanto aqui quanto em Colônia. Este resultado se deve principalmente ao trabalho no inverno, e o dedico a eles. Tive uma primeira curva difícil, quando perdi aderência, entrei aberto e me toquei com Nick Heidfeld, perdendo um pouco de terreno. Mas depois disso, consegui ficar perto das McLarens. Então, ultrapassamos Mark Webber, já que a equipe fez um bom trabalho nos pit stops. No final, foi uma ótima briga com Lewis Hamilton, e estávamos um pressionando o outro. Ele estava um pouco mais rápido do que eu, mas dei cem por cento, e graças ao trabalho da equipe e a um fim de semana sem problemas, terminamos em quarto. Espero que possamos continuar melhorando o desempenho do carro, porque, como eu disse no final dos testes de inverno, parecemos fortes. Com o potencial da Toyota, podemos recuperar o nível de 2005 já neste ano.
12 - Timo Glock (Toyota), não completou: Infelizmente, tivemos um dia de trabalho curto esta tarde. A largada não foi perfeita, tivemos muitas travadas de rodas e me toquei com alguém, mas consegui continuar. Na curva 4, fui tocado por trás por Nico Rosberg. Quando olhei nos espelhos, ele estava muito longe, então não esperava que fosse me ultrapassar onde tentou. Quando entrei na curva, ele me bateu do lado direito, quebrando minha suspensão traseira e me tirando da prova. Novamente, tivemos uma boa classificação, então é uma pena. Agora, esperamos ter mais sorte no Bahrain.
14 - Sebastien Bourdais (Toro Rosso), não completou: Fiz uma boa largada, mas fiquei preso entre duas marchas. Cheguei até a curva 4, onde fui ultrapassado pela direita. Na curva 5, estava por dentro, com alguém ao meu lado, e na 6, voltei a ficar por fora, mas quando tentei virar, peguei o lado sujo, perdi o controle e fui para a brita. Foi o fim da minha corrida.
15 - Sebastian Vettel (Toro Rosso), não completou: Comecei a ter dificuldades para trocar as marchas e com a direção hidráulica. Então, a traseira pegou fogo e tive de parar, o que pode acontecer às vezes quando tudo está super aquecendo. Até esse ponto, eu estava tendo uma boa corrida. Na primeira parte, o carro saía muito de frente e os pneus estavam sofrendo granulação. A segunda parte foi muito melhor.
16 - Jenson Button (Honda), 10º colocado: Foi bom ir até o final da corrida hoje e conseguiremos muitas informações úteis deste final de semana. Estou bastante satisfeito com o 10º lugar, já que é onde o desempenho do carro está neste momento. Com a maioria dos carros à nossa frente terminando a prova, é um bom reflexo de nosso nível geral de desempenho. Estamos indo na direção certa e aprendendo mais sobre o carro o tempo todo. Assim, precisamos manter o trabalho duro e continuar o desenvolvimento antes da próxima corrida, dentro de duas semanas.
17 - Rubens Barrichello (Honda), 13º colocado: Infelizmente, meu final de semana ficou comprometido quando perdemos a sessão de treinos livres da manhã de sábado, fazendo com que eu ficasse com menos equilíbrio no carro hoje. Eu estava saindo muito de frente e foi uma batalha durante toda a corrida. A penalidade de drive-through após minha segunda parada foi uma infelicidade, mesmo que eu tenha perdido apenas uma posição. O que aconteceu é que as marcas do pitlane que indicam onde o limite de velocidade termina não estavam claras o suficiente.
18 - Takuma Sato (Super Aguri), 16º colocado: Foi bom terminar a corrida. A primeira e a segunda partes foram boas, mas na terceira, infelizmente peguei sujeira no setor de alta velocidade, entrei aberto e perdi muito tempo. Em quase todas as voltas, pegamos tráfego, principalmente na última parte, então foi uma pena eu não ter recuperado o ritmo novamente até o final. Mas foi bom ver que o carro é confiável e que coletamos dados valiosos, então foi uma corrida dura, porém boa, para a equipe.
19 - Anthony Davidson (Super Aguri), 15º colocado: Foi uma boa corrida para a equipe e para mim. Foi ótimo completar minha primeira prova desde o Brasil, e acho que ela foi boa. O pessoal fez um trabalho excelente e o carro se mostrou confiável o tempo todo. Não houve problemas e os pneus trabalharam bem. Me senti à vontade pude forçar onde queria para melhorar os tempos de volta. Apenas me mantive fora dos problemas e levei o carro até o final em uma boa posição para a situação em que estamos no momento.
20 - Adrian Sutil (Force India), não completou: Logo no início da corrida, o carro teve um problema mecânico que me obrigou a desligar o motor e sair da pista. Estou muito desapontado com este começo de temporada, principalmente após ter de parar tão cedo também na corrida da Austrália.
21 - Giancarlo Fisichella (Force India), 12º colocado: Honestamente, acho que fizemos nosso melhor aqui. Na largada, a roda travou e perdi muitas posições, não sei porque, mas temos de analisar isso. Na primeira parte, tive muitas dificuldades com as saídas de frente, com os pneus macios sofrendo granulação, mas no meu pit-stop, ajustei a asa dianteira, coloquei pneus duros e me mantive com eles nos dois trechos restantes. Estou feliz com o ritmo de corrida na parte final, e isso é promissor para o resto da temporada.
22 - Lewis Hamilton (McLaren), 5º colocado: Larguei bem e estava muito satisfeito, já que passamos de nono para quinto. Pressionei o Mark Webber por um bom tempo, mas é muito difícil ultrapassar, mesmo estando mais rápido. Poderíamos obter ao menos a terceira posição, mas tive o problema no meu primeiro pit stop, o que me custou muito tempo. Fiz o melhor que pude. De positivo, o carro rodou de forma confiável sob condições extremas, e pude pressionar o Jarno até o final. Tanto Mark quanto Jarno andaram muito bem hoje, foi ótimo duelar com eles.
23 - Heikki Kovalainen (McLaren), 3º colocado: Estou muito contente com o meu terceiro lugar, levando em conta a punição, e talvez tenha sido o melhor resultado possível sob tais circunstâncias. A nossa estratégia funcionou e pude guiar com pista limpa na maior parte do tempo. A equipe fez um trabalho fantástico e estou feliz por dar a ela o primeiro pódio. Tive um pequeno problema de esfarelamento nos pneus durante o primeiro trecho, mas consegui me manter até a 20ª volta, o que me ajudou a ultrapassar o Jarno Trulli. Após o meu segundo pit stop, guiei de forma cautelosa e garanti o terceiro lugar.
1 - Kimi Raikkonen (Ferrari), 1º colocado: Tivemos um final de semana muito complicado na Austrália. Não estávamos totalmente certos de que as coisas seriam diferentes por aqui. Sabíamos apenas que estaríamos bem em termos de velocidade. Tudo funcionou perfeitamente aqui e garantimos que nada daria errado, até poupamos o motor. Foi um trabalho perfeito da equipe. Eu teria ficado ainda mais alegre se o Felipe ficasse em segundo, mas as coisas deram errado. Creio que ainda temos dificuldades na classificação. Foi bom me classificar em segundo, mas na última sessão eu não tinha aderência nos pneus. O carro estava bom durante todo o final de semana, mas às vezes é difícil extrair o máximo dos pneus.
2 - Felipe Massa (Ferrari), não completou: Eu me sinto frustrado, não é o início de ano que eu esperava e me sinto muito mal pelo que ocorreu. Mas precisamos nos concentrar, ainda temos 16 corridas e precisamos ter um bom ritmo na próxima. Tínhamos uma dobradinha garantida e não poderíamos terminar com apenas um carro. Precisamos nos recuperar agora. Eu senti algo estranho na Curva 6, fui para a zebra muito forte e quando entrei na 7, perdi o carro. É difícil explicar agora o que houve.
3 - Nick Heidfeld (BMW), 6º colocado: Tenho sentimentos distintos sobre a corrida de hoje. Estou feliz por ter marcado minha primeira volta mais rápida em uma corrida de Fórmula 1, e 11 pontos também foi o melhor resultado para a nossa equipe. O ritmo do carro estava muito bom, no mesmo nível da McLaren. Isso tudo é muito positivo, e torna ainda mais decepcionante o fato de eu ter terminado apenas em sexto. Minha largada foi muito boa e tentei ultrapassar pela direita, por fora na primeira curva. Robert estava por dentro e Jarno Trulli entre nós. Fiquei sem espaço. Foi uma tentativa, mas não deu certo. Peguei sujeira e perdi mais duas posições na primeira volta. Pelo menos as recuperei quando ultrapassei David Coulthard e Fernando Alonso na volta 4. Novamente, nosso pessoal nos pits fez um trabalho muito bom.
4 - Robert Kubica (BMW), 2º colocado: Foi um dia fantástico para a equipe, para a Petronas e para mim, o segundo pódio consecutivo. Depois de Monza em 2006, finalmente consegui outro pódio. Quero agradecer a todos na equipe, que trabalharam muito nos últimos dois meses para melhorar o carro. Não tive uma boa largada por causa das rodas travando, e estava brigando com o Nick e Jarno Trulli. Fui para o lado sujo e quase perdi o controle, mas de alguma maneira consegui passar pela curva e superar os dois. A partir deste momento, andei no meu próprio ritmo. As Ferraris estavam muito rápidas, mas consegui aumentar a diferença para os carros que estavam me seguindo. Após o segundo pit-stop, reduzi a rotação para poupar o motor e fui devagar. Não me senti muito bem durante o fim de semana e estava muito quente no carro, então as últimas dez voltas foram difíceis. Mas valeu a pena, foi um resultado brilhante.
5 - Fernando Alonso (Renault), 8º colocado: Pudemos ver que, em condições normais de corrida, estamos um pouco atrás em termos de desempenho. No momento, nosso objetivo é tentar marcar pontos em cada corrida e trabalhar duro nos próximos testes para que possamos melhorar.
6 - Nelson Piquet Jr. (Renault), 11º colocado: Estou feliz por ter terminado a corrida, já que este era meu primeiro objetivo depois de Melbourne. Aprendi muito hoje e reconheço que o grupo do qual fazemos parte está muito competitivo, e por isso você tem de fazer uma corrida perfeita. Mas terminei perto do meu companheiro de equipe, e isso é encorajador para mim. A corrida foi difícil e o carro ainda não está competitivo o suficiente, mas estou progredindo e espero dar seqüência a isso na próxima corrida, no Bahrain.
7 - Nico Rosberg (Williams), 14º colocado: Eu sabia que, largando em 16º, teria de correr alguns riscos para fazer uma boa corrida, e na verdade foi boa, considerando que eu estava com muito combustível. Mas entrei junto com Timo Glock na curva quando ele me deu espaço. Acho que ele não me viu quando virou e eu não podia mais voltar, o que foi uma pena. O carro estava melhor hoje na corrida, mas apesar de tudo o que tentei, não era nosso fim de semana. Agora, vou para o Bahrain, onde as coisas devem melhorar.
8 - Kazuki Nakajima (Williams), 17º colocado: Do final do grid, decidimos adotar uma estratégia agressiva, e ganhei algumas posições depois da largada, mas foi difícil abrir uma boa vantagem. Na segunda parte, o pneu furou e tive de parar muito cedo, o que não foi o ideal, já que fui obrigado a fazer dois trechos muito curtos e depois um longo no final. Sofri um pouco na última parte e rodei em uma curva de alta, então só procurei me concentrar e terminar a prova depois disso.
9 - David Coulthard (Red Bull), 9º colocado: Tivemos muita granulação no meu primeiro jogo de pneus, então perdi nove segundos na primeira parte da corrida, o que foi frustrante. Estava muito quente, mas felizmente um pouco nublado também, então isso melhorou as coisas.
10 - Mark Webber (Red Bull), 7º colocado: A largada não foi fantástica, mas sabíamos que muitos estavam com pneus macios naquele ponto da corrida. Contornei bem as curvas 1 e 2 e saí na quarta posição. A primeira parte foi boa, mas sofri um pouco na segunda com pouca aderência. Também fiquei preso atrás de Sato em um ponto crucial da corrida, e perdi cerca de dois segundos, o que deveria ter nos mantido à frente de Heidfeld. Estou satisfeito por todos na Red Bull por termos marcado dois pontos. Foi um começo de ano difícil para nós, e foi ótimo levar o carro até o final. Também agradeço bastante à Renault.
11 - Jarno Trulli (Toyota), 4º colocado: É bom voltar aos pontos após uma boa corrida. Estou especialmente feliz pela equipe, tanto aqui quanto em Colônia. Este resultado se deve principalmente ao trabalho no inverno, e o dedico a eles. Tive uma primeira curva difícil, quando perdi aderência, entrei aberto e me toquei com Nick Heidfeld, perdendo um pouco de terreno. Mas depois disso, consegui ficar perto das McLarens. Então, ultrapassamos Mark Webber, já que a equipe fez um bom trabalho nos pit stops. No final, foi uma ótima briga com Lewis Hamilton, e estávamos um pressionando o outro. Ele estava um pouco mais rápido do que eu, mas dei cem por cento, e graças ao trabalho da equipe e a um fim de semana sem problemas, terminamos em quarto. Espero que possamos continuar melhorando o desempenho do carro, porque, como eu disse no final dos testes de inverno, parecemos fortes. Com o potencial da Toyota, podemos recuperar o nível de 2005 já neste ano.
12 - Timo Glock (Toyota), não completou: Infelizmente, tivemos um dia de trabalho curto esta tarde. A largada não foi perfeita, tivemos muitas travadas de rodas e me toquei com alguém, mas consegui continuar. Na curva 4, fui tocado por trás por Nico Rosberg. Quando olhei nos espelhos, ele estava muito longe, então não esperava que fosse me ultrapassar onde tentou. Quando entrei na curva, ele me bateu do lado direito, quebrando minha suspensão traseira e me tirando da prova. Novamente, tivemos uma boa classificação, então é uma pena. Agora, esperamos ter mais sorte no Bahrain.
14 - Sebastien Bourdais (Toro Rosso), não completou: Fiz uma boa largada, mas fiquei preso entre duas marchas. Cheguei até a curva 4, onde fui ultrapassado pela direita. Na curva 5, estava por dentro, com alguém ao meu lado, e na 6, voltei a ficar por fora, mas quando tentei virar, peguei o lado sujo, perdi o controle e fui para a brita. Foi o fim da minha corrida.
15 - Sebastian Vettel (Toro Rosso), não completou: Comecei a ter dificuldades para trocar as marchas e com a direção hidráulica. Então, a traseira pegou fogo e tive de parar, o que pode acontecer às vezes quando tudo está super aquecendo. Até esse ponto, eu estava tendo uma boa corrida. Na primeira parte, o carro saía muito de frente e os pneus estavam sofrendo granulação. A segunda parte foi muito melhor.
16 - Jenson Button (Honda), 10º colocado: Foi bom ir até o final da corrida hoje e conseguiremos muitas informações úteis deste final de semana. Estou bastante satisfeito com o 10º lugar, já que é onde o desempenho do carro está neste momento. Com a maioria dos carros à nossa frente terminando a prova, é um bom reflexo de nosso nível geral de desempenho. Estamos indo na direção certa e aprendendo mais sobre o carro o tempo todo. Assim, precisamos manter o trabalho duro e continuar o desenvolvimento antes da próxima corrida, dentro de duas semanas.
17 - Rubens Barrichello (Honda), 13º colocado: Infelizmente, meu final de semana ficou comprometido quando perdemos a sessão de treinos livres da manhã de sábado, fazendo com que eu ficasse com menos equilíbrio no carro hoje. Eu estava saindo muito de frente e foi uma batalha durante toda a corrida. A penalidade de drive-through após minha segunda parada foi uma infelicidade, mesmo que eu tenha perdido apenas uma posição. O que aconteceu é que as marcas do pitlane que indicam onde o limite de velocidade termina não estavam claras o suficiente.
18 - Takuma Sato (Super Aguri), 16º colocado: Foi bom terminar a corrida. A primeira e a segunda partes foram boas, mas na terceira, infelizmente peguei sujeira no setor de alta velocidade, entrei aberto e perdi muito tempo. Em quase todas as voltas, pegamos tráfego, principalmente na última parte, então foi uma pena eu não ter recuperado o ritmo novamente até o final. Mas foi bom ver que o carro é confiável e que coletamos dados valiosos, então foi uma corrida dura, porém boa, para a equipe.
19 - Anthony Davidson (Super Aguri), 15º colocado: Foi uma boa corrida para a equipe e para mim. Foi ótimo completar minha primeira prova desde o Brasil, e acho que ela foi boa. O pessoal fez um trabalho excelente e o carro se mostrou confiável o tempo todo. Não houve problemas e os pneus trabalharam bem. Me senti à vontade pude forçar onde queria para melhorar os tempos de volta. Apenas me mantive fora dos problemas e levei o carro até o final em uma boa posição para a situação em que estamos no momento.
20 - Adrian Sutil (Force India), não completou: Logo no início da corrida, o carro teve um problema mecânico que me obrigou a desligar o motor e sair da pista. Estou muito desapontado com este começo de temporada, principalmente após ter de parar tão cedo também na corrida da Austrália.
21 - Giancarlo Fisichella (Force India), 12º colocado: Honestamente, acho que fizemos nosso melhor aqui. Na largada, a roda travou e perdi muitas posições, não sei porque, mas temos de analisar isso. Na primeira parte, tive muitas dificuldades com as saídas de frente, com os pneus macios sofrendo granulação, mas no meu pit-stop, ajustei a asa dianteira, coloquei pneus duros e me mantive com eles nos dois trechos restantes. Estou feliz com o ritmo de corrida na parte final, e isso é promissor para o resto da temporada.
22 - Lewis Hamilton (McLaren), 5º colocado: Larguei bem e estava muito satisfeito, já que passamos de nono para quinto. Pressionei o Mark Webber por um bom tempo, mas é muito difícil ultrapassar, mesmo estando mais rápido. Poderíamos obter ao menos a terceira posição, mas tive o problema no meu primeiro pit stop, o que me custou muito tempo. Fiz o melhor que pude. De positivo, o carro rodou de forma confiável sob condições extremas, e pude pressionar o Jarno até o final. Tanto Mark quanto Jarno andaram muito bem hoje, foi ótimo duelar com eles.
23 - Heikki Kovalainen (McLaren), 3º colocado: Estou muito contente com o meu terceiro lugar, levando em conta a punição, e talvez tenha sido o melhor resultado possível sob tais circunstâncias. A nossa estratégia funcionou e pude guiar com pista limpa na maior parte do tempo. A equipe fez um trabalho fantástico e estou feliz por dar a ela o primeiro pódio. Tive um pequeno problema de esfarelamento nos pneus durante o primeiro trecho, mas consegui me manter até a 20ª volta, o que me ajudou a ultrapassar o Jarno Trulli. Após o meu segundo pit stop, guiei de forma cautelosa e garanti o terceiro lugar.
Criciúma vence e assume a liderança do Catarinão
O Criciúma conseguiu uma importante vitória na tarde deste domingo de páscoa, 23 de março, ao fazer 3x1 no Figueirense, no Estádio Heriberto Hülse, em partida válida pela sexta rodada do returno do Campeonato Catarnense. Com esta vitória, o tricolor assume a liderança do returno da competição, agora com 14 pontos, contra 12 do Figueirense.
Mas a primeira boa chance de gol foi dos visitantes, aos 11 minutos, quando Rodrigo Fabri cobrou escanteio, a bola passou por todo mundo e bateu na trave. Quatro minutos depois, o Tigre chegou bem: Luis André rolou para Beto, que chutou rasteiro, no canto, para boa defesa de Wilson.
Os dois primeiros gols foram marcados num intervalo de três minutos: aos 19, o Tigre abriu o placar com Valdeir, que recebeu no interior da área, pela esquerda e chutou cruzado; a bola desviou no zagueiro Bruno Perone e foi morrer no fundo da rede do Figueira. Dois minutos depois, após cobrança de escanteio de Rodrigo Fabri, Wellington Amorim cabeceou sozinho para empatar: 1x1.
Aos 24, o tricolor ampliou: Valdeir recebeu na esquerda, invadiu a área e tocou no meio para Jean Coral, que empurrou inapelável para o gol, colocando o Tigre novamente na frente: Criciúma 2x1 Figueirense. O terceiro gol do Criciúma foi marcado aos 37, quando Valdeir rolou para Jean Coral, que só teve o trabalho de tocar na saída do goleiro Wilson.
A segunda etapa foi menos movimentada que a primeira, com poucas chances de gol para as duas equipes. O Figueirense quase chegou ao segundo gol aos oito minutos: Wellington Amorim invadiu a área pela esquerda e chutou rasteiro. A bola passou rente ao gol de Zé Carlos.
Aos 20, outra chance de Wellington Amorim, que chutou da entrada da área e o goleiro Zé Carlos fez excelente defesa. A grande chance tricolor na etapa final foi aos 45: Adriano avançou bem pelo meio e chutou de pé esquerdo, mas por cima do gol do Figueirense.
O próximo compromisso tricolor no Estadual será na quarta-feira, 26 de março, quando a equipe vai a Chapecó enfrentar a Chapecoense. Atenção apra o horário de início do jogo: 19h30min.
Mas a primeira boa chance de gol foi dos visitantes, aos 11 minutos, quando Rodrigo Fabri cobrou escanteio, a bola passou por todo mundo e bateu na trave. Quatro minutos depois, o Tigre chegou bem: Luis André rolou para Beto, que chutou rasteiro, no canto, para boa defesa de Wilson.
Os dois primeiros gols foram marcados num intervalo de três minutos: aos 19, o Tigre abriu o placar com Valdeir, que recebeu no interior da área, pela esquerda e chutou cruzado; a bola desviou no zagueiro Bruno Perone e foi morrer no fundo da rede do Figueira. Dois minutos depois, após cobrança de escanteio de Rodrigo Fabri, Wellington Amorim cabeceou sozinho para empatar: 1x1.
Aos 24, o tricolor ampliou: Valdeir recebeu na esquerda, invadiu a área e tocou no meio para Jean Coral, que empurrou inapelável para o gol, colocando o Tigre novamente na frente: Criciúma 2x1 Figueirense. O terceiro gol do Criciúma foi marcado aos 37, quando Valdeir rolou para Jean Coral, que só teve o trabalho de tocar na saída do goleiro Wilson.
A segunda etapa foi menos movimentada que a primeira, com poucas chances de gol para as duas equipes. O Figueirense quase chegou ao segundo gol aos oito minutos: Wellington Amorim invadiu a área pela esquerda e chutou rasteiro. A bola passou rente ao gol de Zé Carlos.
Aos 20, outra chance de Wellington Amorim, que chutou da entrada da área e o goleiro Zé Carlos fez excelente defesa. A grande chance tricolor na etapa final foi aos 45: Adriano avançou bem pelo meio e chutou de pé esquerdo, mas por cima do gol do Figueirense.
O próximo compromisso tricolor no Estadual será na quarta-feira, 26 de março, quando a equipe vai a Chapecó enfrentar a Chapecoense. Atenção apra o horário de início do jogo: 19h30min.
F1 - Raikkonen vence na Malásia
A Ferrari se recuperou do péssimo resultado na Austrália e foi absoluta no GP da Malásia, a segunda etapa da temporada 2008. Kimi Raikkonen e Felipe Massa dominaram em Kuala Lumpur desde os treinos, e na corrida não deram qualquer chance para os adversários.
Quem levou a melhor na disputa interna foi o finlandês, atual campeão mundial, que venceu pela primeira vez na temporada e pela segunda no traçado malaio, onde conquiatara sua primeira vitória na carreira em 2003. Raikkonen largou em segundo e comboiou o brasileiro até a primeira rodada de pit stops. Tendo parado na 18ª volta, uma depois de Massa, o finlandês se aproveitou e voltou na frente.
Após a parada, Massa começou a ficar um pouco para trás. Na tentativa de andar forte para recuperar terreno, o brasileiro rodou na 31ª volta, ficando na caixa de brita e abandonando a prova, permanecendo sem pontuação neste início de campeonato.
Robert Kubica (BMW) fez uma corrida consistente e chegou em segundo, a sua melhor colocação na categoria. O polonês chegou inclusive a assumir a liderança por breves momentos, após os pit stops dos carros da Ferrari.
O melhor resultado da McLaren foi a terceira colocação de Heikki Kovalainen. Lewis Hamilton, vencedor na Austrália, fez uma boa largada, pulou de nono para sexto, ultrapassou Jarno Trulli (Toyota), mas perdeu 20 segundos no seu primeiro pit stop e passou boa parte da corrida atrás de Mark Webber (Red Bull). Acabou em quinto, atrás de Trulli.
O sexto colocado Nick Heidfeld (BMW), que protagonizou o mais belo lance da corrida, tendo ultrapassado de uma só vez Fernando Alonso (Renault) e David Coulthard (Red Bull). O espanhol bicampeão fechou a zona de pontuação, atrás de Webber.
Entre os demais brasileiros, o melhor foi Nelsinho Piquet (Renault), que fez uma corrida regular e acabou em 11º. Rubens Barrichello (Honda) foi penalizado com um drive-through por velocidade excessiva em seu segundo pit stop, acabando em 13º.
O GP da Malásia teve cinco abandonos, contando com o de Massa. Sebastien Bourdais (Toro Rosso) foi para a brita, e Timo Glock (Toyota) teve o seu carro danificado após toque com Nico Rosberg (Williams). Adrian Sutil (Force India) e Sebastian Vettel (Toro Rosso) tiveram problemas mecânicos. Confira a classificação final do GP da Malásia:
Quem levou a melhor na disputa interna foi o finlandês, atual campeão mundial, que venceu pela primeira vez na temporada e pela segunda no traçado malaio, onde conquiatara sua primeira vitória na carreira em 2003. Raikkonen largou em segundo e comboiou o brasileiro até a primeira rodada de pit stops. Tendo parado na 18ª volta, uma depois de Massa, o finlandês se aproveitou e voltou na frente.
Após a parada, Massa começou a ficar um pouco para trás. Na tentativa de andar forte para recuperar terreno, o brasileiro rodou na 31ª volta, ficando na caixa de brita e abandonando a prova, permanecendo sem pontuação neste início de campeonato.
Robert Kubica (BMW) fez uma corrida consistente e chegou em segundo, a sua melhor colocação na categoria. O polonês chegou inclusive a assumir a liderança por breves momentos, após os pit stops dos carros da Ferrari.
O melhor resultado da McLaren foi a terceira colocação de Heikki Kovalainen. Lewis Hamilton, vencedor na Austrália, fez uma boa largada, pulou de nono para sexto, ultrapassou Jarno Trulli (Toyota), mas perdeu 20 segundos no seu primeiro pit stop e passou boa parte da corrida atrás de Mark Webber (Red Bull). Acabou em quinto, atrás de Trulli.
O sexto colocado Nick Heidfeld (BMW), que protagonizou o mais belo lance da corrida, tendo ultrapassado de uma só vez Fernando Alonso (Renault) e David Coulthard (Red Bull). O espanhol bicampeão fechou a zona de pontuação, atrás de Webber.
Entre os demais brasileiros, o melhor foi Nelsinho Piquet (Renault), que fez uma corrida regular e acabou em 11º. Rubens Barrichello (Honda) foi penalizado com um drive-through por velocidade excessiva em seu segundo pit stop, acabando em 13º.
O GP da Malásia teve cinco abandonos, contando com o de Massa. Sebastien Bourdais (Toro Rosso) foi para a brita, e Timo Glock (Toyota) teve o seu carro danificado após toque com Nico Rosberg (Williams). Adrian Sutil (Force India) e Sebastian Vettel (Toro Rosso) tiveram problemas mecânicos. Confira a classificação final do GP da Malásia:
Pos Piloto Equipe Tempo
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1º Kimi Raikkonen Ferrari 1h31'18"555
2º Robert Kubica BMW + 19"570
3º Heikki Kovalainen McLaren + 38"450
4º Jarno Trulli Toyota + 45"832
5º Lewis Hamilton McLaren + 46"548
6º Nick Heidfeld BMW + 49"833
7º Mark Webber Red Bull + 1'08"130
8º Fernando Alonso Renault + 1'10"041
9º David Coulthard Red Bull + 1'16"220
10º Jenson Button Honda + 1'26"214
11º Nelson Piquet Jr. Renault + 1'32"202
12º Giancarlo Fisichella F. India - 1 volta
13º Rubens Barrichello Honda - 1 volta
14º Nico Rosberg Williams - 1 volta
15º Anthony Davidson S. Aguri - 1 volta
16º Takuma Sato S. Aguri - 2 voltas
17º Kazuki Nakajima Williams - 2 voltas
Não completaram
18º Sebastian Vettel T. Rosso - 17: motor
19º Felipe Massa Ferrari - 26: rodada
20º Adrian Sutil F. India - 51: rodada
21º Timo Glock Toyota - 55: acid.
22º Sebastien Bourdais T. Rosso - 56: rodada
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